A Intrigante Relação entre Psicologia e Café
- psicologiasdasofia
- 19 de jan. de 2024
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Num mundo agitado, onde as pausas muitas vezes se perdem no caos do quotidiano, uma chávena de café torna-se mais do que uma simples bebida revigorante. A relação entre psicologia e café transcende o aroma e sabor, adentrando os domínios da mente e do bem-estar.

A psicologia procura compreender os pensamentos, emoções e comportamentos e em paralelo, o café, há séculos, tem sido o companheiro silencioso de momentos introspectivos e de conversas profundas. Essa conexão vai além da mera associação cultural: há aspetos psicológicos envolvidos.
O ato de tomar café muitas vezes serve como ritual de pausa, proporcionando um espaço para a contemplação e reflexão. Em sessões terapêuticas, por exemplo, oferecer uma chávena de café pode criar uma atmosfera acolhedora, quebrando o gelo inicial e facilitando a abertura emocional.
Além disso, estudos científicos sugerem que a cafeína presente no café pode ter efeitos positivos na função cognitiva, estimulando a atenção e concentração. Essa vantagem cognitiva pode contribuir para um ambiente terapêutico mais produtivo, permitindo que os clientes estejam mais presentes no momento da sessão.
Contudo, é crucial notar que o consumo de café varia de pessoa para pessoa, e a relação entre psicologia e café não é universalmente positiva. Algumas pessoas podem ser sensíveis à cafeína, experimentando ansiedade ou insónia.
A interseção entre psicologia e café é fascinante, marcada por rituais, efeitos cognitivos e, acima de tudo, pela criação de espaços propícios para o diálogo terapêutico. Seja na busca de insights profundos ou na construção de relações de confiança, a chávena de café muitas vezes torna-se mais do que uma bebida; é um convite para explorar os recantos da mente humana.
Sofia Vizinho
Psicóloga Clínica e da Saúde
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